sábado, 17 de outubro de 2015

3 Erros que passam despercebidos

Vamos hoje falar sobre alguns erros comuns que passam despercebidos, que normalmente tem origem em um aprendizado incorreto do movimento e que precisamos corrigir o mais rapidamente possível.

Distribuição da carga
Esse post foi inspirado por uma inspiração nesse item. Apesar de não ser tão comum é possível observar atentamente na academia e sempre observar alguém que não está realizando exercícios bilaterais adequadamente.
Esse problema pode ter basicamente dois problemas: posicionamento inadequado, como por exemplo não segurar a mesma distância das pontas com as mãos no supino temos que lembrar que o posicionamento das mãos tem que fazer uma distribuição igual da carga entre os braços, normalmente as pessoas erram quando usam a distância do local de repouso da barra ao invés de algum marcados na barra.
A outra possibilidade é um desequilíbrio no próprio aluno, isso pode ser extramente perigoso e lesivo, como por exemplo um desequilíbrio muscular que leva você a distribuir mais a carga em uma das pernas no agachamento ou com maior amplitude em um dos lados do corpo. Para correção desse problema será necessário analisar em qual exercício ele ocorre e identificar qual é o fator limitante.

Amplitude
Esse é o erro mais comum de todos. Qual a real amplitude necessária em cada movimento? A resposta correta é o máximo de amplitude dentro dos limites saudáveis do exercício.
Isso significa que você deve procurar enfatizar o movimento completo, mas sem realizar movimentos que passem a amplitude natural, como por exemplo pessoas que conseguem hiperestender os cotovelos ou joelhos, ou ainda realizar movimentos com amplitudes exagerar com intuito de aumentar o estimulo, mas na verdade acabam transferindo o estresse para outras musculaturas e forçando mais as articulações como por exemplo realizar elevações frontais até os braços passarem a altura da cabeça ou ainda crucifixos onde as mãos quase tocam o solo.

Execução
Um movimento idealmente tem as suas ambas as fases ocorrendo de maneira "igual", ou seja, na mesma direção mas em sentidos opostos. Isso apesar de parecer básico é ignorado ou realizado de maneira incorreta por descuido. Quando realizamos movimentos é possível quebrar essa regra para levantar mais carga, mas ao mesmo tempo tiramos o estimulo do músculo alvo, ou seja, pensando em hipertrofia temos um péssimo custo x benefícios.
Outro ponto é quanto o movimento tem uma característica isoladora, e ao fadigar começamos a mudar o padrão, por exemplo de um crucifixo inverso com halteres, começamos a dobrar o cotovelo e realizar uma mistura de crucifixo inverso com remada aberta.

Lembre-se desses 3 pontos no seu próximo treinamento. Abraços e Bons Treinos!

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