quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Abdominal: + resultado – lesões

Recentemente foi matéria no Brasil inteiro um aluna que quebrou alguma vértebra ao realizar um abdominal “invertido” na academia. Vamos entender melhor o porquê treinamento o abdômen e como fazer isso de uma maneira “um pouco” melhor.
Primeiramente a lesão da aluna foi em uma máquina de fazer rosca Scott onde ela amarrou o pé no banco de sentar e sentava no local onde se apoiava o braço. Então podemos observar que de maneira alguma esse movimento era seguro, não apenas para as artiulações dela, mas o aparelho não foi desenhado para isso  e, como aconteceu, a corda na qual ela se amarrou rompeu e ela caiu.
Esses abdominais invertidos, até mesmo os realizados apoiando a parte de trás do joelhos em barras fixas, é extremamente perigoso pois o indivíduos pode simplesmente escapar do local e na queda é certeza que irá lesionar-se.
Em segundo é importante questionar qual a efetividade disso. Sim pois se fosse um exercício superior que te deixa com tanquinho em 1 dia, até acho que o risco valeria a pena, mas para que se arriscar em um exercício que é PIOR que o ralizado no solo ou em máquinas?
Vamos relembrar o que o abdômen (todas as musculaturas desse conjunto) faz:
-Ele estabiliza sua coluna
-Rotaciona o tronco
-Flexiona o tronco
É obviu que esse movimento trabalha principalmente na flexão de tronco, mas o abdômen só faz 30 graus de flexão de tronco. O resto do movimento é proporcionado por uma flexão no quadril (principalmente o iliopsoas). Ou seja para melhor trabalhar o abdômen temos que otimizar e trabalhar da melhor forma possível nos 30 graus que ele trabalha.
Quando pensamos nisso temos duas formas:
-Aumentar a sobrecarga nesses 30 graus (pode ser feito com pesos ou aumentando o braço de alavanca)
-Aumentar o tempo sobretensão ou aumentar a contração voluntária
-Aumentar o volume/frequência de trabalho dessa musculatura

Ou seja, exatamente tudo que fazemos com qualquer outra musculatura!

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